25/04/2018

Fujam dos “P”




Sei que disparadamente, não sou o mais afetuoso dos seres humanos: Não beijo muito; abraço pouco e sequer ando de braços dados com alguém. Também não vivo encostando, tocando, fazendo carinho, massagem, tampouco cafuné, mas tenho meu jeito próprio de amar sem um contato físico: amo com minhas orações. Mas tenho para mim que as coisas podem mudar, sim, as pessoas mudam e tudo se transforma. Só que infelizmente, ainda existem algumas pessoas que se regozijam com o sofrimento alheio e não querem mudar. São as palermas. 

Não sei a real intenção delas quando dizem algo a nosso respeito com relação a nossa qualidade ou capacidade intelectual. Só sei que se formos perspicazes, inteligentes e perseverantes com elas, a gente toma tudo como desafio na vida e vamos em frente porque a crítica é um combustível para nos impulsionar ao encontro dos nossos objetivos. Mas sei que elas são frágeis e se deixam influenciar com a opinião alheia. Mas por mais singulares que seja a nossa vida, todos acabam se parecendo e se encontrando de um jeito ou de outro. São os sinais das vivências…

Certamente há quem não viva da mesma forma que eu vivi. E entendo que cada uma tem seu jeitinho de ser... E sei que o mais importante é não omitir o conhecimento, nem deixar ele pra depois… pois também sei que há gente  carente de informação e isso não dá pra negar, por isso então é sempre bom dar um jeito de fazer essas pessoas a se sentirem amadas, afinal de contas: se a gente não demonstrar afeto pelas pessoas próximas, vamos demonstrar por quem?

Eu por exemplo na minha inocência, via os heróis combatendo os vilões que provocavam o mal, mas hoje, inversamente, os bandidos se tornaram heróis. Os Vilões que na vida real patologicamente provocavam o mal por mera diversão, agora provocam o mal sem motivo aparente e são adorados. 

Infelizmente, são uns Palermas que insistem em se encontrar na “lama”, inclusive, tentam arrastar os outros para sua “ignorância”, talvez para não se sentir sozinho na fossa, ou até intencionalmente …, mas nem todos sabem mais do que é preciso fazer para progredir, aprender, entender. E isso tem sido o que tenho aprendido com os palermas, que é: reconhecer que não sei tudo; que é preciso manter o que faço de bom; e é principalmente evoluir na humildade... 

Enfim, convivendo com eles, hoje conheço uma nova realidade. Porque a vida me provou que eu estava enganado acerca do "sempre” e do "fazer”, e que ostentar ambos é perda de tempo. E ainda percebi que o que antes para mim era regra, hoje não vale nada. Portanto, é preciso ter cuidado com a crença negativa que os outros querem nos impor. Certamente, as pessoas às vezes nem falam por mal, mas não medem o impacto que as palavras podem ter sobre o outro. E isso é muito perigoso. Assim sendo, fujamos dos “P” que nos atrapalham: Pais, Professores, Pastores, Padres, Patrões, palermas. Mas são os Palermas que impedem o nosso desenvolvimento…

De fato, ser palerma é estar sempre disparando algo negativo, errado contra alguém honesto. E os mesmos não fazem um bom trabalho pela sua vida e dos seus, não fazem e nem desenvolvem atividades não-remuneradas em prol do bem-estar do próximo. E não se esqueçam que um palerma acaba por ser um invejoso. E um invejoso não quer o que você tem, e sim que vocês não tenham nada. Não que seja o teu caso, mas o que eu quero dizer é que sempre encare as coisas através de uma ótica positiva e não na visão de um palerma….

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tom caet