Sei que disparadamente, não sou o
mais afetuoso dos seres humanos: Não beijo muito; abraço pouco e sequer ando de
braços dados com alguém. Também não vivo encostando, tocando, fazendo carinho,
massagem, tampouco cafuné, mas tenho meu jeito próprio de amar sem um contato
físico: amo com minhas orações. Mas tenho para mim que as coisas podem mudar, sim,
as pessoas mudam e tudo se transforma. Só que infelizmente, ainda existem algumas
pessoas que se regozijam com o sofrimento alheio e não querem mudar. São as
palermas.
Não sei a real intenção delas quando
dizem algo a nosso respeito com relação a nossa qualidade ou capacidade
intelectual. Só sei que se formos perspicazes, inteligentes e perseverantes com
elas, a gente toma tudo como desafio na vida e vamos em frente porque a crítica
é um combustível para nos impulsionar ao encontro dos nossos objetivos. Mas sei
que elas são frágeis e se deixam influenciar com a opinião alheia. Mas por mais
singulares que seja a nossa vida, todos acabam se parecendo e se encontrando de
um jeito ou de outro. São os sinais das vivências…
Certamente há quem não viva da
mesma forma que eu vivi. E entendo que cada uma tem seu jeitinho de ser... E sei
que o mais importante é não omitir o conhecimento, nem deixar ele pra depois… pois
também sei que há gente carente de informação
e isso não dá pra negar, por isso então é sempre bom dar um jeito de fazer essas
pessoas a se sentirem amadas, afinal de contas: se a gente não demonstrar afeto
pelas pessoas próximas, vamos demonstrar por quem?
Eu por exemplo na minha inocência,
via os heróis combatendo os vilões que provocavam o mal, mas hoje, inversamente,
os bandidos se tornaram heróis. Os Vilões que na vida real patologicamente provocavam
o mal por mera diversão, agora provocam o mal sem motivo aparente e são adorados.
Infelizmente, são uns Palermas
que insistem em se encontrar na “lama”, inclusive, tentam arrastar os outros
para sua “ignorância”, talvez para não se sentir sozinho na fossa, ou até intencionalmente
…, mas nem todos sabem mais do que é preciso fazer para progredir, aprender,
entender. E isso tem sido o que tenho aprendido com os palermas, que é: reconhecer
que não sei tudo; que é preciso manter o que faço de bom; e é principalmente
evoluir na humildade...
Enfim, convivendo com eles, hoje conheço
uma nova realidade. Porque a vida me provou que eu estava enganado acerca do
"sempre” e do "fazer”, e que ostentar ambos é perda de tempo. E ainda
percebi que o que antes para mim era regra, hoje não vale nada. Portanto, é
preciso ter cuidado com a crença negativa que os outros querem nos impor. Certamente,
as pessoas às vezes nem falam por mal, mas não medem o impacto que as palavras
podem ter sobre o outro. E isso é muito perigoso. Assim sendo, fujamos dos “P” que
nos atrapalham: Pais, Professores, Pastores, Padres, Patrões, palermas. Mas são
os Palermas que impedem o nosso desenvolvimento…
De fato, ser palerma é estar sempre
disparando algo negativo, errado contra alguém honesto. E os mesmos não fazem um
bom trabalho pela sua vida e dos seus, não fazem e nem desenvolvem atividades não-remuneradas em prol do bem-estar do próximo. E não se esqueçam que um
palerma acaba por ser um invejoso. E um invejoso não quer o que você tem, e sim
que vocês não tenham nada. Não que seja o teu caso, mas o que eu quero dizer é
que sempre encare as coisas através de uma ótica positiva e não na visão de um
palerma….

