24/03/2022

O VASO NAS MÃO DO OLEIRO JEREMIAS 18: 1-6

 



A cada dia, torna-se mais comum as pessoas não terem misericórdia no coração e se transformarem em juízes de outras pessoas. Isso é fonte de espírito maligno, porque foi aberta uma brecha que só é fechada pelo conhecimento da Palavra, como descrito em Oseias 4:6. 

E a Palavra de Deus nos fala que somos como vasos nas mãos do Oleiro. Deus nos escolheu e nos chama de vasos, vasos de barro que precisam ser moldados, trabalhados pelo perfeito Artesão. 

MAS É NECESSÁRIO QUE HAJA DISPONIBILIDADE DA NOSSA PARTE   

(Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras.) 

 A casa do oleiro é símbolo da presença de Deus, logo, para que eu desfrute desta presença é necessário que eu esteja disponível:

 Em primeiro lugar, é necessário que haja um desejo de nossa parte, pois Deus não fará nada em nossas vidas se estivermos apáticos, indiferentes a Ele.  

 Em segundo lugar, é preciso haver disposição de nossa parte. O problema é que muitos estão tão ocupados com seus próprios afazeres que buscar a Deus acaba se transformando em algo secundário e sem muita importância. 

Embora muitos permitam serem moldados pelas mãos do Criador. Mas quando Ele começa a trabalhar na sua vida, e  quando ele permite que venham algumas provações para que seu caráter seja aperfeiçoado, essas pessoas entram na rota da desonra. 

 A Palavra nos diz que podemos ser vasos de honra ou de desonra na Casa de Deus.  É uma questão de decisão.  Ou eu me submeto aos princípios da honra e caminho na rota da honra, gerando prosperidade e vida para mim e para minha família, ou vivo sem me submeter aos princípios e caminho na rota da desonra, gerando um futuro de maldição e derrota. E DEUS QUER FAZER DE NÓS VASOS QUE CONTÊM A ESSÊNCIA DA HONRA. 


Um museu de renome internacional era visitado todos os dias por incontáveis turistas que, inevitavelmente, paravam para admirar uma estátua toda feita de mármore, posicionada no centro do salão de entrada. Ao redor dela, num raio de dezenas de metros, o piso era revestido com belíssimos azulejos, também de mármore.

Os visitantes, todos eles sem exceção, ficavam encantados com a perfeição e traços bem trabalhados daquela escultura, mas curiosamente nenhum deles notava os delicados detalhes dos azulejos sobre os quais pisavam.

Certa noite, os azulejos se puseram a reclamar com a estátua:

- Isso não está certo! As pessoas vêm e caminham sobre nós apenas para admirar você, mas nenhuma delas nota a nossa beleza. Não é justo!

- Amigos, vocês lembram da época em que todos estávamos na mesma caverna? - perguntou a estátua. 

- Sim! E é por isso mesmo que achamos tudo isso muito injusto. Viemos do mesmo lugar e no entanto somos tratados de forma diferente. Isso está errado! - choramingaram os azulejos. 

- Vocês estão aí se queixando, mas esquecem de que quando o artesão tentou trabalhar em vocês, acabaram resistindo às ferramentas dele.

- Ah, odiamos aquele sujeito! Aquelas ferramentas doeram demais na gente!

- Pois é! Ele não pôde fazer grande coisa em vocês, exatamente porque vocês resistiram ao trabalho dele; ele então deixou vocês de lado e veio até mim. Eu ainda era um bruto bloco de mármore sem forma, mas me deixei moldar. Pacientemente, permiti que o artesão trabalhasse em mim como ele queria e aguentei todas aquelas ferramentas dolorosas sobre mim. E o resultado aqui está. 

E a imponente estátua concluiu:

- Amigos, há um preço para tudo na vida. Precisamos aprender a suportar o sofrimento, a fim de que sejamos dignos de nos tornar em algo melhor. CONCLUSÃO: 

“O Espírito gera vida, e pelo espírito todos serão vivificados, pois Deus deseja trabalhar na vida de cada filho de forma saudável. Como Jesus ressuscitou a Lázaro, assim será restituída a Honra de cada um presente nesta tarde. 

E você? Como está reagindo às "ferramentas" que são aplicadas sobre ti?



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tom caet