Hoje as pessoas se preocupam mais
em falar do que ouvir, em querer do que doar, em repetir chavões do que
refletir acerca deles.
Em relação à bíblia, somos
pedantes, ingênuos, imaturos, desinformados, limítrofes, intolerantes, omissos,
incautos e preguiçosos acerca de alguma coisa nela. Pregamos que nada é pra
sempre, mas não temos a certeza que trabalhamos e fizemos o possível para fazer
alguém feliz através dela. O que temos de material intelectual na bíblia não é
nosso. Os ensinos, momentos e os sentimentos contidos nela são compartilhados, mas
não é nosso. Alguns temas mudam diariamente, os sentimentos variam, mas as
mediocridades nas e justificações dos que a leem, persistem.
Talvez porque muitos a veem ainda
como um livro de leis e proibições e por este motivo as evitam. Apesar de
muitos a terem, nem todos que dizem conhecer a palavra de Deus entendem as
maravilhas que ela revela.
Ela é uma palavra do coração de
Deus para nós. E que contem as respostas para as nossas perguntas e direção
para nossas decisões. Afinal, ninguém sabe
o dia de amanhã.
Ficamos destemperados em
desmoralizar o preguiçoso. Empenhados em ensinar o ignorante. Mas não sabemos
lhe dar com um alienado.
Intelectualmente, são alienados os
que vivem de questões desnecessárias e criticam o que não leram. Acreditam em teorias
que só ouviram falar, defendem estilo musical. Usam termos, gírias, para se
aproximar de grupos. Na maioria das vezes eles reproduzem chavões religiosos mais
por presunção do que por conhecimento de causa. Como o preguiçoso, prefere o
imediatismo, fica difícil aprofundar certo assunto com ele. Nesse caso, seria mais
honesto propor, a leitura bíblica com um dicionário. Mas se o sujeito detonou o
próprio cérebro, provavelmente já esteja sofrendo, entre outras coisas, com
problemas de memória, déficit de aprendizagem, comprometimento da capacidade de
crer. Nesse caso ele não tem competência em raciocínio lógico, inteligência
emocional.
Existe um lembrete que pode ajudar
a autocorreção: que o nosso esforço em buscar conhecimento sobre fatos que nos
levaria a conhecer a Verdade, seja através da obra sacrificial de Jesus, revelada
na bíblia. Sem ela fatalmente tiramos conclusões precipitadas.
Infelizmente o alienado existe. O preguiçoso insiste. Sobra o humor. Então não
esquenta, dê risada e mande esse “alien” para o espaço e transforme a preguiça em
“ação”, valorizando quem está por perto, ajudando-o. Só não se esqueça de que pode não ser tão bom ser
um alienado. E pode não estar certo sobre as coisas que você acredita ou quer que
aconteça. E, além de tudo não é tão engraçado quanto se pensa tentar fazer
piadas sobre tudo. Com Deus até se brinca, mas com Sua Palavra, não!
