20/02/2018

Envelheço na cidade...





Sou um Ignorante e nem sempre venho considerando as questões relevantes para melhoria de minha qualidade mental e de vida.

 Necessariamente, fazemos pouca introspecção e autoconhecimento para um envelhecimento mental bem-sucedido. Ainda que façamos algo relacionado à autoestima e ao nosso bem-estar social e físico/pessoal para o futuro, pouco fazemos para melhorar o nosso desempenho intelectual, quanto aos nossos próprios conhecimentos em geral, digo na visão do dia a dia...

Por outro lado, pessoalmente, estou envelhecendo física e mentalmente, mas espiritualmente não quero envelhecer sem reconhecer e me livrar do meu egoísmo - um dos principais aspectos de visão do mundo dentro de mim; e espero desenvolver a capacidade do altruísmo, uma das mais belas práticas pessoais de experiências vivida cristã - onde aprendemos com Jesus a estar sempre por perto para socorrer o próximo nos momentos difíceis.

Infelizmente existe uma certa parcela da humanidade que só sabe julgar e condenar tudo e todos fazem de bom.... E por isso, muitas vezes, nos deixamos ser guiados pelo medo, desanimo, cansaço, raiva e se não fosse o amor de Jesus, certamente muitos já teriam desistido da vida. Inclusive, quase sempre estou bem nervosinho com eles em dados momentos do dia, e as vezes até tomo um copo de chá de folhas e bulbos da erva cidreira bem fortinho para relaxar, embora o adoce - o que não se deve fazer- sempre o acho amargo, e continuo irritado e insatisfeito.... no meu caso o que quero dizer é que:

Às vezes sinto falta das pessoas cheias do amor de cristo comigo; sinto falta da compreensão entre os pares, da solidariedade delas com às outras. Mas qual é a vantagem de ter pessoas amorosas ao nosso lado?

Em primeiro lugar é porque as pessoas amorosas são guerreiras, e não delegam suas funções aos outros sem antes prepara-las para compartilhar o amor, o conhecimento, a experiência e a fé que possuem... 

Em segundo lugar, é bom saber que as pessoas amorosas são soldarias e se cansam, ainda que cansadas, vão estar lá novamente ao seu lado prontamente, as vezes chorando, com dor, feridas, solitárias, as vezes sorrindo, instruindo, mas certamente estarão lá!
Em terceiro lugar, se elas se cansam por fazerem boas ações, agora, imagine elas descansadas: Seria como um manancial no deserto..., e por fim, creio as pessoas amorosas não ache que sua vida seja infeliz de forma consistente no amor. Logicamente que isso depende de pessoa para a pessoa, mas eu realmente acredito que a maioria delas seja feliz por causa do amor, ao contrário dos ignorantes consumistas cujas máscaras utilizadas revela muitas fantasias infelizes que consome o amor. Também são ignorantes os questionamentos e tratamentos dispensados aos rotulados de alguma coisa...  realmente, a ignorância é usada também pela maioria dos questionadores, inclusive, teve um certo filosofo esquerdista político, por exemplo, se passando por pensador disse:

 “A ignorância é uma bênção". 

Pessoalmente, creio que quem tem uma visão assim é que não é uma bênção. Aprendi nestes longos anos de caminhada que todo e qualquer discurso filosófico se torna ignorante quando inferioriza, nivela uma geração inteira ou atribui a ela certa covardia e fraqueza em vários aspectos... 

Apesar de termos fácil acesso a informação que instrui hoje é ruim, há pessoas que se alienam a ideologias diversas e a maioria se vende pela falta do senso comum... ou seja, ainda vivem tempos interessantes, porém com mentes conflitantes. Daí surgem os pseudo-pensadores. Cuja maioria vivem uma vida baseada no consumo material, de realização que se traduz em orgulho para si mesmo e para o seu grupo social, ou seja, carregam dentro de si, um forte sentimento de orgulho de ser o que é. Embora, eu não creia que haja alguém que seja tão iluminado para o seu próprio entendimento...., nada me impede de acreditar que essa ideia partiu da pessoalidade e do fato de que somos muitas vezes, incapazes de pensar por si mesmo, ou seja, não consigamos ver as próprias limitações e defeitos, e por isso, acabamos dizendo que está tudo bem, não vendo a necessidade de corrigir os problemas que supostamente “não existem” no mundo real, mas é como dizia Einstein: uma mente expandida pelo conhecimento jamais retorna ao seu tamanho original, e com isso acaba arrumando diversos conflitos, internos e externos.

Certa vez perguntaram a Buda o que ele havia ganhado sendo consciente na meditação, daí ele respondeu:

Não ganhei nada, apenas perdi! Perdi o medo, a insegurança, o nervosismo, a ansiedade! 

Em resumo, o que eu quero dizer é que sim, estou envelhecendo e por isso cansei e não quero mais ser enganado, quer seja por crendices, quer seja por ideologia. Vou buscar o conhecimento que liberta. Falo do Evangelho de Jesus Cristo, entretanto, quero me abster de aprofundar em qualquer ramo dele. Chega de alienação!

 Quero ser feliz; ser um grande exemplo de cristão, alegre, receptivo, e não um, como é considerado pelo mundo afora, ignorante, ingênuo... Portanto, na minha concepção, o máximo que posso me aproximar desse entendimento seria, dependendo da situação, dos diversos fatores que permeiam o cotidiano de cada pessoa, alerta-lo que a ignorância dele pode ser uma saída plausível momentaneamente, mas permanecer nela seria arriscado...




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tom caet