Sou um Ignorante e nem sempre venho
considerando as questões relevantes para melhoria de minha qualidade mental e de vida.
Necessariamente, fazemos pouca introspecção e autoconhecimento para um
envelhecimento mental bem-sucedido. Ainda que façamos algo relacionado à autoestima e
ao nosso bem-estar social e físico/pessoal para o futuro, pouco fazemos para melhorar
o nosso desempenho intelectual, quanto aos nossos próprios conhecimentos em geral,
digo na visão do dia a dia...
Por outro lado, pessoalmente, estou envelhecendo física
e mentalmente, mas espiritualmente não quero envelhecer sem reconhecer e me
livrar do meu egoísmo - um dos principais aspectos de visão do mundo dentro de
mim; e espero desenvolver a capacidade do altruísmo, uma das mais belas práticas
pessoais de experiências vivida cristã - onde aprendemos com Jesus a estar
sempre por perto para socorrer o próximo nos momentos difíceis.
Infelizmente existe uma certa
parcela da humanidade que só sabe julgar e condenar tudo e todos fazem de bom....
E por isso, muitas vezes, nos deixamos ser guiados pelo medo, desanimo, cansaço,
raiva e se não fosse o amor de Jesus, certamente muitos já teriam desistido da
vida. Inclusive, quase sempre estou bem
nervosinho com eles em dados momentos do dia, e as vezes até tomo um copo de
chá de folhas e bulbos da erva cidreira bem fortinho para relaxar, embora o adoce
- o que não se deve fazer- sempre o acho amargo, e continuo irritado e insatisfeito....
no meu caso o que quero dizer é que:
Às vezes sinto falta das pessoas
cheias do amor de cristo comigo; sinto falta da compreensão entre os pares, da
solidariedade delas com às outras. Mas qual é a vantagem de ter pessoas
amorosas ao nosso lado?
Em primeiro lugar é porque as
pessoas amorosas são guerreiras, e não delegam suas funções aos outros sem
antes prepara-las para compartilhar o amor, o conhecimento, a experiência e a
fé que possuem...
Em segundo lugar, é bom saber que
as pessoas amorosas são soldarias e se cansam, ainda que cansadas, vão estar
lá novamente ao seu lado prontamente, as vezes chorando, com dor, feridas, solitárias,
as vezes sorrindo, instruindo, mas certamente estarão lá!
Em terceiro lugar, se elas se
cansam por fazerem boas ações, agora, imagine elas descansadas: Seria como um
manancial no deserto..., e por fim, creio as pessoas amorosas não ache que sua
vida seja infeliz de forma consistente no amor. Logicamente que isso depende de
pessoa para a pessoa, mas eu realmente acredito que a maioria delas seja feliz por
causa do amor, ao contrário dos ignorantes consumistas cujas máscaras utilizadas
revela muitas fantasias infelizes que consome o amor. Também são ignorantes os questionamentos
e tratamentos dispensados aos rotulados de alguma coisa... realmente, a ignorância é usada também pela maioria
dos questionadores, inclusive, teve um certo filosofo esquerdista político, por exemplo, se passando por pensador
disse:
“A ignorância é uma bênção".
Pessoalmente, creio que quem tem uma
visão assim é que não é uma bênção. Aprendi nestes longos anos de caminhada que
todo e qualquer discurso filosófico se torna ignorante quando inferioriza,
nivela uma geração inteira ou atribui a ela certa covardia e fraqueza em vários
aspectos...
Apesar de termos fácil acesso a informação que instrui hoje é ruim, há pessoas que
se alienam a ideologias diversas e a maioria se vende pela falta do senso
comum... ou seja, ainda vivem tempos
interessantes, porém com mentes conflitantes. Daí surgem os pseudo-pensadores. Cuja
maioria vivem uma vida baseada no consumo material, de realização que se traduz
em orgulho para si mesmo e para o seu grupo social, ou seja, carregam dentro de
si, um forte sentimento de orgulho
de ser o que é. Embora, eu não creia que haja alguém que seja tão iluminado
para o seu próprio entendimento...., nada me impede de acreditar que essa ideia
partiu da pessoalidade e do fato de que somos muitas vezes, incapazes de pensar
por si mesmo, ou seja, não consigamos ver as próprias limitações e defeitos, e por
isso, acabamos dizendo que está tudo bem, não vendo a necessidade de corrigir os
problemas que supostamente “não existem” no mundo real, mas é como dizia Einstein:
uma mente expandida pelo conhecimento jamais retorna ao seu tamanho original, e
com isso acaba arrumando diversos conflitos, internos e externos.
Certa vez perguntaram a Buda o
que ele havia ganhado sendo consciente na meditação, daí ele respondeu:
Não ganhei nada, apenas perdi!
Perdi o medo, a insegurança, o nervosismo, a ansiedade!
Em resumo, o que eu quero dizer é
que sim, estou envelhecendo e por isso cansei e não quero mais ser enganado,
quer seja por crendices, quer seja por ideologia. Vou buscar o conhecimento que
liberta. Falo do Evangelho de Jesus Cristo, entretanto, quero me abster de
aprofundar em qualquer ramo dele. Chega de alienação!
Quero ser feliz; ser um
grande exemplo de cristão, alegre, receptivo, e não um, como é considerado pelo
mundo afora, ignorante, ingênuo... Portanto, na minha concepção, o máximo
que posso me aproximar desse entendimento seria, dependendo da situação, dos
diversos fatores que permeiam o cotidiano de cada pessoa, alerta-lo que a
ignorância dele pode ser uma saída plausível momentaneamente, mas permanecer
nela seria arriscado...

