Os humanos são criaturas engraçadas
que apresentam uma aversão a tudo que for contraditório. São contrárias as
possibilidades de poder conduzir as ideias através de uma melhor compreensão a crença
de Deus. Sim, para uma mente deturpada, Ele não existe! Mas Deus é bom nas
mãos daqueles que sabem amar!
Logicamente, há quem procure exagerar, distorcer, ou simplesmente reinventar
uma opinião acerca de Dele, tomando até o argumento emocional de alguém para
poder ataca-lo mais facilmente, nesse caso, ocorre a prática da falácia do
espantalho, ou seja, a falácia de apelo à credulidade pessoal, só que muitos contradizem determinado
argumento de alguém para apresentar sua própria posição como sendo razoável, só
que este tipo de desonestidade prejudica qualquer debate racional. Mas acerca
de Deus, quem nunca tentou manipular uma resposta emocional ao invés de
argumentar de forma válida e convincente?
Sei que muitas pessoas confundem
a causa dele com as coisas... Alguns até apelam excessivamente à
emoção que inclui: medo, ciúme, ódio, piedade, orgulho, entre outros. Mas não podemos
nos esquecer que a argumentação lógica e coerente também pode inspirar a emoção
em algum momento da conexão racional, Embora, algumas vezes ocorra a coincidência,
isso não significa que não possa ser atribuída a fé uma causa em comum. O problema é a falácia de alguns em relação à razão
e a emoção humana cuja a argumentação lógica da maioria é usada para esconder o
fato de que uma outra razão convincente existe para a oposição da sua, falo da
fé. O problema com este raciocínio é que a fé elimina o problema com outro
problema, porque transfere o emocional para o racional extremo. Já que uma
vez que não exista prova de que os processos espirituais ocorram de forma testificada,
o que sobra é a emoção e o medo.
Efetivamente, o argumento em
questão é injustamente ignorado por causa de uma conjectura substanciada emocionalmente.
Mas é importante notar que todos, exceto sociopatas, são afetados por emoções,
e por que os apelos à emoção são muito mais difíceis e eficazes, mas são
sobretudo falsos, desonestos e tendem a fazer o oponente também emocional. Portanto, o ônus da prova se Deus existe
ou não, está em quem está fazendo uma afirmação, questionamento e não de quem crê
e não precisa refutar tal afirmação.
A inabilidade racional, ou
desinteresse em ter uma afirmação logica não é uma promessa inválida de Deus,
nem mesmo qualquer tipo de incredulidade. A verdade é que Deus quer que o
ser humano se eleve em sabedoria, conhecimento e não quer que o ser humano viva
só para adorar a ele, mas que apenas obedeça suas leis e pratique a justiça
entre os homens, principalmente, que os ajude. Por outro lado, existe um outro
raciocínio falacioso. Deus não quer dinheiro, nem casa nem carro e etc... Pois todas
as coisas visíveis e invisíveis que existe, se desgasta, tanto em pensar,
explicar, entender e se conhecer, porém, é importante reconhecer algo como algo
completo, e deve ser chamado de qualquer afirmação com base em evidência
disponível…, e tanto os ateu, como os cristãos doutrinados, que acham que
tem a "explicação científica/espiritual" para tudo, não devam esquecer
que a ciência humana ainda está engatinhando, e ambos estão muito longe de ter
todas as respostas divinas.
É por isso que me defino como
livre pensador, pois considero muito plausível a existência de tudo, e que a
vida se manifesta de forma comparável, ou semelhante as demais, mas mesmo assim
prefiro acreditar em Deus. Todos podem usar a linguagem da fé e a razão num
sentido único. Mas não podem deturpar a verdade e usar ambiguidades para classificar
a fé em Deus como falácia, porque dirão o mesmo da sua racionalidade enganadora,
porque consiste em coisas, o nosso pensamento em causas e isso pode tornar-se
invejável ao ponto de quem sem consistência, diz que Ele não existe.

