OS DEZ MANDAMENTOS DO COMUNISTA
- OS VERMELHOS ODEIAM O BRASIL
Como se defender dessa pressão
ideológica:
O objetivo deste texto é apenas
dar uma alerta sobre a indústria de manipulação de opinião, e quem sabe, fornecer
meios para se defender dessa (des)informação.
VEJA UM BREVE RESUMO ANTES:
Como um comunista tenta fazer sua
cabeça!
Os traços e técnicas i
nesses grupos e em seu discurso são:
1-Imagem auto idolatrada:
Normalmente, esses grupos usam
uma causa justa como “bandeira”. Mas na prática, isso serve apenas para que
eles construam para si uma falsa imagem de autoridade, que costumam impor aos
outros na falta de argumentos, e usar como escudo contra críticas.
Sua estratégia consiste em tentar
impor uma falsa lógica onde, se UMA de suas ideias estiver certa, todas as
outras serão provadas automaticamente, por associação (mesmo que elas não
tenham nenhuma ligação demonstrada com a ideia legítima).
Essa lógica torta ainda inclui
uma definição confusa de onde terminam os fins e começam os meios, justamente
para que eles possam incluir seus interesses pessoais como se fossem parte dos
objetivos legítimos, e taxar de “mau, egoísta e inimigo de um mundo melhor”
quem criticar os métodos questionáveis que eles venham a usar.
Alguns exemplos do que eles
costumam fazer, apoiados nessa lógica torta e falsa autoridade incluem impor
opiniões pessoais como se fossem verdades absolutas, reescrever conceitos, usar
dois pesos e duas medidas, e achar que tem que ser blindados e incriticáveis.
Também não se contentam com parte, ou mesmo a maioria. Exigem TUDO.
2-Demonizam críticos e
questionadores:
Talvez pelo excesso de
subterfúgios que usam, eles não suportam ver qualquer erro ou falha seu ser
exposto, mesmo sendo verdade e havendo provas. Críticas os fazem espumar de
ódio, ainda que embasadas. Parecem pensar que não basta reconhecer suas
qualidades, é preciso concordar com TUDO, sem questionar. E encontrar qualquer
ponto negativo em seu discurso ou ideologia é tratado como uma heresia mortal.
Às vezes, eles parecem querer
usar a teoria do mal necessário, mas ao mesmo tempo não querem que esse mal os
atinja, nem admitem que ele seja associado à sua “imagem”.
Mas existe outro motivo para
isso. Com essa tática, eles criam um “rótulo” para impor aos “inimigos”. Um
ataque pessoal disfarçado, que explora uma variação da falsa lógica descrita no
item 1.
Aqui, eles tentam passar o falso
conceito de que, se provarem UM erro, falha ou ponto negativo em seus
inimigos/críticos/questionadores, então TUDO que eles disserem vai ser
automaticamente errado, falho, negativo, nazista, fascista, elitista, e outros
da lista de ofensas prontas que eles têm. E isso, mesmo que as outras coisas
ditas não tenham nenhuma ligação ou relação com o erro provado.
Dessa forma, eles têm um meio
bastante eficiente de desacreditar seus oponentes, pois criam nas pessoas uma
rejeição pessoal a seus críticos, fazendo com que muitos desconsiderem seus
argumentos sem realmente analisá-los. Sem falar que várias pessoas se sentem
coagidas a concordar sem questionar, por medo de ficar rotulado como “fascista”
e outros. Afinal, muitas vezes, eles não respeitam nem inocentes ou neutros. Ou
melhor, não reconhecem sua existência. Basta não querer se envolver ou mesmo
não se impressionar com seu discurso, para ser considerado “inimigo”.
3-Só sabem contar até dois:
Os itens 1 e 2, separados, já
podem ser bem perigosos. Mas a combinação deles é ainda pior. Aqui, eles impõem
o falso conceito de que o mundo se divide em apenas dois “lados”, e o que não
está de um, pertence automaticamente ao outro, sem meio termo.
Com isso, deixa-se de analisar as
coisas por fatos e detalhes, e adota-se um critério errado de julgar
baseando-se em pertencer ao lado “certo” ou “errado”, como se algo fosse
automaticamente válido ou intolerável por estar ligado a um “título”,
independente dos fatos.
Mas esse raciocínio torto, onde o
certo ou errado é julgado por um lado ou posição, ao invés de por dados
concretos, gera uma das maiores contradições desse discurso, onde vemos
exigirem respeito sem respeitar, e querer fiscalizar sem ser fiscalizados,
entre outros. Todas essas contradições acontecem porque os “lados” não são bem
definidos, já que eles pegam qualquer grupo, ideologia ou outra coisa que possa
ajudar a conseguir popularidade ou credibilidade, e misturam sem critério,
tentando forjar uma ligação que não existe entre eles, e ainda incluem seus
interesses pessoais nessa confusão. O resultado é uma colagem malfeita, onde
não há, na prática, como saber o que define cada lado.
Um bom exemplo disso são os
“defensores da tolerância intolerantes”, que falam em ser aceitos, mas no fundo
não querem ser aceitos. Querem ter o poder de definir suas ideias/atitudes/grupos
como os únicos certos e taxar todos os outros de “intolerantes” e
“intoleráveis”, para logo em seguida despejar todo seu ódio contra eles,
através de atitudes que, vindo de seus inimigos, seriam “violentas”,
“fascistas”, etc.… Mas vindo deles passam a ser “caminho para um mundo melhor”,
“correção de injustiças, desigualdades e desequilíbrios”, entre outros.
Usar dois pesos e duas medidas
pode ser válido em alguma situação? Talvez. O problema é que, além disso, eles
criam artifícios para que seus próprios relativismos não os atinjam caso ocorra
uma situação semelhante, mas que esteja CONTRA eles.
4-Idéias “embutidas”,
por associação e insinuadas:
Apenas para lembrar, o conceito
de “ideia embutida”, aqui, é lançar dois ou mais conceitos, de modo que um
pareça fazer parte do outro, e de um jeito que não se consiga perceber a
“mistura”. Alguns exemplos já foram dados acima, como o caso que eles usam um
interesse legítimo para empurrar seus interesses pessoais junto. Mas existem
outras que são parte do discurso deles. Uma das principais é a falsa definição
de respeito que eles impõem, onde só “respeita” quem concorda automaticamente
com tudo que dizem, sem questionar. Claro que eles não dizem isso com todas as
letras, mas na prática, exigem que seja assim.
Outra ideia embutida é a de
certos pseudo-humanistas que pegam o conceito (verdadeiro) de que a situação
social influencia na criminalidade, e aproveitam para impor junto com esse
conceito as suas próprias ideias falsas de que repressão ao crime atrapalha a
justiça social. Claro que eles não dizem isso com todas as letras. Note que é
só questionar se não existem meios de fazer ressocialização sem deixar o
bandido à vontade e de um jeito que mantenha a segurança da sociedade, que eles
já te chamam de fascista, simplesmente por ser realista e lembrar que o
criminoso pode voltar a fazer das suas.
Quanto a ideias insinuadas, eles
possuem muitas táticas para lançar conceitos de um jeito que tendam a serem
entendidos como convém a seus interesses. Seria difícil listar todos os métodos
aqui, mas cuidado especialmente com pressão psicológica. Um dos sinais mais
visíveis dessa estratégia é quando eles tentam impor sentimento de culpa a alguém,
simplesmente porque essa pessoa questiona, e quer analisar melhor, ao invés de
ir engolindo sem pensar sua “maravilhosa” ideologia.
5-Clichês e outras táticas:
Eles têm um verdadeiro arsenal de
frases prontas, estatísticas, obras literárias e pesquisas, para parecer
“científicos”.
Mas, quando olhamos melhor, vemos
que as frases prontas não resistem a uma análise e/ou escondem entrelinhas e ideias
implícitas, as estatísticas e livros são feitas por seguidores da ideologia
(havendo, portanto, uma grande chance de seus dados serem tendenciosos).
Suas pesquisas e estimativas são
feitas com o “sistema” de só procurar dados e argumentos a favor, de qualquer
lado e lugar, e juntar todas, mas ignorando o que não convém.
Também é comum recorrerem a
comparações e paralelos incompletos onde, se acham UM ponto em comum entre dois
grupos, ideologias, situações ou qualquer coisa, já saem falando que “são
iguais”.
Um exemplo dessa desonestidade
intelectual é a tática de recorrer a um pensador (de preferência um pouco
conhecido), alegar que quem não leu a obra dele é ignorante e incapaz de
discutir o assunto, e decidir que venceram o debate.
Ainda tem uns que vão além: No
caso de o oponente conhecer esse livro ou autor, vão colocando como “exigência
de capacidade para debater” outras obras, ou mesmo partem para a alegação de
que o problema é que seus críticos não entenderam a “maravilhosa” mensagem de
sua ideologia, mesmo conhecendo-a.
Ou seja, apenas floreiam para
disparar a frase pronta de que só são inteligentes os que concordam com eles em
tudo, sem questionar.
Outra tática muito comum é
repetir uma ideia mil vezes, para tentar fazer com que acabe aceita como
verdade… Mas o truque aqui não é tão óbvio, porque eles repetem mil vezes com
palavras diferentes, ou usam outros artifícios para que suas estratégias não
sejam percebidas.
6-Linha de ação:
Para resumir seu “modus
operandi”:
Primeiro, eles repetem sua
ideologia mil vezes, para tentar convencer pela pressão. Em seguida, tentam
parecer engajados e politizados, disparando toneladas de conceitos incompletos
e mal explicados, mas que levam tempo para ser rebatidos de forma adequada.
No fim, quando alguém consegue
desmascará-los, eles já fizeram a cabeça de várias pessoas, e já estão bem
estabelecidos, com seguidores, imagem, lobby, e conseguem vencer ou ao menos se
instalar, sem precisar ter razão.
Antigamente, havia guerras para
conquistar territórios. Hoje, não é mais tão fácil fazer isso, porque existe a
soberania dos países. Então, algumas pessoas “guerreiam por mentes e almas”,
criando artifícios para que sua “ideologia” esteja infiltrada em todos os
lugares, e seja capaz de trapacear fronteiras e soberania.
Nota final:
As táticas descritas aqui são as
que considero principais, mas seria impossível listar todas em detalhes. Por
isso, vou lembrar que o mais básico para não se deixar levar por esse tipo de
discurso é analisar e observar bem tudo que for dito.
Boa parte da estratégia deles se
baseia em usar pressão psicológica e pegar as pessoas de guarda baixa com seu
discurso inflamado e rebuscado. Então, esteja prevenido e não aceite coação
moral, e já deve ser capaz de evitar esse atropelamento ideológico.
Por sinal, um dos sintomas que
indica um usuário dessas técnicas é que, ao ser pressionado, ele costuma
disparar uma metralhadora de clichês, alguns até ofensivos, ou mesmo uma única
frase de efeito, esperando soterrar a questão sob uma tonelada de frases prontas,
ou confundir os questionadores com uma falsa pose de confiança.
Assim, eles esperam passar uma
falsa impressão de que “venceram”, e “deixaram os oponentes sem resposta”
(novamente, como descrito no item 6 acima, exploram a dificuldade natural de se
elaborar argumentos racionais contra seus artifícios).
==
O PT assumindo abertamente o
comunismo:
http://www.youtube.com/watch?v=VNPjm0qfByc
=
A primeira vez eu tinha dezesseis
anos
Depois continuei votando,
votando, votando!
Perdi o controle!
Mesmo com o mensalão,
Dólar na cueca,
Escândalo na Petrobrás,
Isso para mim não tinha a menor
importância!
Eu sei que estou prejudicando
minha família, meus amigos.
Mas eu não consigo deixar de
votar no PT.
O Primeiro passo é assumir o
vício,
Mas eu sei que vou conseguir sair
dessa.
==
====
PT antes da Posse de Lula:
Nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais
para alcançar nossos ideais
Mostraremos que é grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo de nossa ação.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos nossos propósitos mesmo que
os recursos econômicos do país se esgotem
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
Depois da Posse (leia do fim para o começo).
====
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Ser petista é ter que olhar para a família e amigos, sem
olhar nos olhos, e dizer que Genuíno sempre usou a cueca para a finalidade que
foi criada;
É negar a existência do mensalão;
É olhar para os amigos, sem aquele olho no olho, e defender a legalização dos
puteiros;
É defender a legalidade do MST;
É dizer que a ficha corrida da Dilma é falsa;
É sonhar tirar uma foto sentado no colo do “vovô” Fidel Carniceiro;
É achar que a Ângela Guadanim dança “ prá caraça” e querer aprender seus
passos;
É querer inserir o martelo e a foice com uma cueca pendurada na Bandeira
Nacional e, finalmente,
TORCER PARA QUE OS AMIGOS E FAMILIARES PENSEM QUE ELE É APENAS UM INGÊNUO, NÃO
UM SEM VERGONHA,
DEFENSOR DE ALOPRADOS!
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Vem aí o PAC II.
É Lula sem licitação.
É obra sem conclusão.
É a comissão da comissão.
Sabe da última?
Vem aí o PAC II.
É fim de festa.
Prá limpar o que resta.
Todo mundo nesta!!!
Sabe da última?
É a última cartada.
É o PAC da roubada.
Pegue o seu, meu camarada!
Pegue pra vc.
Pro seu filho
Pro seu neto
Prá toda cambada!!!
Pegue sem remorso
Pegue sem pudor
E se te pegarem pegando
Imite o “noço” Guia
E negue com vigor!!
Diga que foi traído
E exclame: que horror !!
====
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“É impossível levar o pobre à prosperidade através
de legislações que punem os ricos
pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem
trabalhar, outra pessoa
deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para
alguém aquilo que
não tira de outro alguém.
Quando metade da população
entende a ideia de que
não precisa trabalhar, pois a
outra metade da população
irá sustentá-la, e quando esta
outra metade entende
que não vale mais a pena
trabalhar para sustentar a primeira
metade, então chegamos ao começo
do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza
dividindo-a.”
Adrian Rogers, 1931


