Ao longo dos tempos, nós
temos compilados conceitos de Deus para elaborar superstições com bases mais
palatáveis do Evangelho para agregar adeptos. Por exemplo, quando encontramos certos supersticiosos
religiosos no dia-a-dia, somos levados ao cerceamento de nossa liberdade de fé
em cristo e tornamo-nos falsos com eles - porque aceitamos sem contestar a
procedência de suas inexplicáveis afirmações divinatórias, acatando-as de modo
incondicional pelo temor de que, se assim não agirmos, algo de ruim poderá nos
acontecer.
Ainda hoje há quem acredite em que
se não tomar chá tal, você não vê o mundo espiritual, ou se não subir no monte
ou realizar campanhas e jejuns, não se tornará mais santificados e há quem
creia que o homem nunca foi à Lua... HA, HA, HA! Também há quem gosta de
espalhar certos ensinamentos para confundir as mentes incautas, basta ver os muitos
cultos velados por aí e as muitas doutrinas nas novelas, filmes, redes sociais,
documentários, livros, igrejas, etc. ou seja, estamos cada vez mais perto de
ser um anticristo!
Realmente caminhamos para o caos,
cataclismos, violência, mortes, drogas, inversão de valores morais, etc. insistimos
em buscar menos violência, menos corrupção, menos mentira, menos orgulho, etc.,
mas de acordo com a bíblia isso é um conceito utópico e irreal. Porque somos filhos da ira por natureza e, portanto,
não tem sido plausível ao passar dos anos, das décadas, dos séculos, gozar de
um mundo melhor.
Precisamos lembrar que estamos apenas a uma batida de coração para a vida
e morte eterna, ao mesmo tempo estamos longe ou perto dessa escolha e para faze-la
se tornar uma realidade, só temos para seguir duas opções: a fé ou superstição.
A partir do momento que o indivíduo parte de uma premissa duvidosa como
verdade absoluta, automaticamente se fechará todas as alternativas de reflexão,
estudo, argumentação e raciocínio lógico e espiritualizado. No entanto, muitos afirmam
que a bíblia é a palavra de Deus, mas pouco se pergunta de onde foi tirada esta
ideia. Onde ela se encaixa no nosso sentimento interior e se realmente aceitamos
isto como uma verdade absoluta.
Uns creem na Bíblia que diz em Hebreus 9.27 que cada pessoa tem de
morrer uma vez só e depois ser julgada por Deus, outros, creem na interpretação
espirita de nascer, morrer e renascer de para progredir sempre, portanto, como
podemos nos desprender destas ideias, Já que ambas fazem o homem sofrer?
Ainda que haja quem humanamente tenha boas, educadas e esclarecedoras respostas,
todos carecem do sentido do amor, gentileza de Deus; e não cabe a nós estabelecer
um conteúdo para fazer um incapaz de entender o propósito do senhor...
Pessoalmente, sei que muita coisa parece injustiça vindo dele, mas torço
que estejamos numa fé que ensine a adaptar-nos a Ele e à Sua palavra. E não numa
daquelas superstições usadas como arma de contenda, engano. Portanto, leio a bíblia,
questiono, reflito, mas formo meu conhecimento próprio através da razão e
coração em sinergia com o Espírito Santo. E se alguém faz questão de viver equivocado ou
enganado, aí o problema é só dele... mas acerca da fé e da superstição,
qual o segredo para vivermos em paz com Deus?
Em primeiro lugar, a fé de que a
Bíblia fala não é uma crença qualquer e muito menos uma superstição. É algo
muito sério. Tem que ser baseada na Palavra, centrada em Deus e o homem de fé
manter uma boa consciência, sem olhar às circunstâncias: “Porque andamos por
fé, e não por vista”, 2 Coríntios 5:7;
Em segundo lugar, seria desapegar
esta fé espiritual, da superstição que é um processo evolutivo carnal. Mas não façamos
esta purificação da fé em cristo sendo mais humano, mais solidário, com mais
amor, mais auxilio, como reflexo pautado na razão humana, temporal, passageira,
limitada. Façamos numa conversão fidedigna pautada no discernimento em Cristo
somente, pois só Ele dá a paz que transcende o entendimento...
Em terceiro lugar, o nosso comportamento de fé ou superstição no convívio
social é invariavelmente moldado por força das circunstâncias. Essas duas influências
agem em nossas mentes como instrumentos norteadores da conduta moral dissociadas
e distintas:
Ambas apresentam uma crendice vã sem explicação lógica do ponto de vista
racional, que apresenta notadamente incertezas e inverdades, que gera
expectativas enganosas, especialmente, em torno de acontecimentos futuros cujas
causas e ocorrências são atribuídas a fatores como sorte ou azar, vida e morte,
que no primeiro caso, pela esperança, pelo desejo de que algo de bom aconteça e
no segundo, pelo medo, pelo temor de que algo de ruim também possa acontecer no
porvir. E tanto a fé quanto a superstição podem influir na conduta humana,
afetando seus hábitos e provocando mudanças em seu comportamento.
E por fim, a
diferença entre ter fé ou ser supersticioso, inquestionavelmente está em Cristo.
Pois Ele não nos coloca diante de expectativas dúbias, pelo contrário, ele se
manifesta fundamentada na verdade que por entender que: não priva o homem em
sua liberdade de agir; não degenera a consciência humana; não é uma atitude irracional; não leva o homem a falsas reverências a objetos,
coisas, animais, números etc.; não se fundamenta na inverdade e não leva o homem ao cumprimento de falsos deveres...
Assim sendo, jesus é a resposta para as tantas indagações de quem busca a
verdade, a justiça, defesa da liberdade, combate da ignorância, do erro, do vício,
dos preconceitos vulgares. Ele é o que regula os costumes da humanidade pelos
princípios da Moral, equilíbrio e ao conhecimento da Ciência, e sensibilidade, aperfeiçoamento
da Sabedoria.
Para Cristo, ninguém precisa ser santo, nem
perfeitos, e podem até ser supersticiosos, mas devem ter, no mínimo, capacidade
de raciocínio e estarem dispostos a aceitar mudanças em seus respectivos
comportamentos diários. Em Apocalipse 22:12, Jesus Cristo declara: “Eis que
cedo venho e está comigo a minha recompensa, para retribuir a cada um segundo a
sua obra.” Só Ele tem o Poder de mudar as nossas vidas! Só Ele nos conduz à vida eterna. Então, aonde estará você no dia do juízo?

