A fé num criador, a meu ver, é a
arma mais poderosa para vivermos e sermos homens e mulheres dignos da criação
de Deus. E a visão das coisas, o conhecimento do cristão, cujo entendimento é
renovado pelo Espírito Santo, tem de ser contrária aos conceitos materialistas
e relativistas da ciência do mundo. Porque Sabemos que somos de Deus, e que
o mundo inteiro jaz no Maligno. .Jo.5:19.
Obviamente, que essa maneira de o
crente ver o mundo deve passar pela revelação da Palavra de Deus para Somente
assim, poder experimentar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Tanto
é que antigamente, Paulo nas duas cartas de Coríntios lidava com algumas das questões
espirituais e morais mais espinhosas já́ abordadas pela Bíblia. Algo que ainda hoje, as pessoas que vieram a
Cristo e formam a igreja trazem consigo que é uma carga filosófica; religiosa e
moral que faz da fé cristã difícil e incompreensível.
Infelizmente, a real concepção de
um Deus misericordioso, tem levado os pseudorreligiosos a generalizar que a sua
intervenção não revoga as “limitações” impostas pela Natureza/ciência as quais nos
rege com vulnerabilidade.
Tanto é que naturalmente, pelo
relativismo, esses religiosos adotam os devaneios da imaginação para atingir o
impossível para ganhar “poderes” fantásticos. Daí, eles criam os seus deuses, e
os espíritos malignos se fortalecem, o que faz com que a sua realidade e a
verdade sejam rejeitadas.
Basta ver o sucesso na literatura
e no cinema de certos temas sobrenaturais. Fora as forças ocultas, expostas nas
filosofias e doutrinas religiosas que se acentuaram após a existência de Ludwig
Feuerbach, Carl Marx, Sigmund Freud, Frederic Nietzsche, David Durkheim,
Jean Paul Sartre, Bertrand Russel, entre outros, fora certos teólogos que peregrinaram
por “lugares sagrados”, e induzem a construção de templos para agregar fanáticos
para lutarem com as demais religiões – seja católicos, protestantes,
macumbeiros, espiritas, muçulmano, enfim- pra ver quem é/está certo...
Realmente, não há instrumento
mais poderoso para manter a dominação sobre os fanáticos do que mantê-los no
medo religioso, e para conservá-los nesse medo, nada melhor do que conservá-los
na ignorância da idolatria. Além disso, o medo o faz sucumbir perante o
“conhecimento” espiritual.
E para compreender melhor as
coisas espirituais, nenhuma autoeficiência define a crença de alguém em seu
próprio poder de agir de modo efetivo ou de influenciar outrem. E quem
quiser conquistar algo mais objetivo deve arregaçar
as mangas e buscar na fé... e não seguir balelas filosóficas...
Em suma, o tempo em que vivemos
exige um sério posicionamento frente à mentalidade mundana, relativista,
profana e hedonista, que consiste em uma doutrina moral em que a busca pelo
prazer é o único propósito da vida. Mas em Rm.12:2 nos diz:
E não vos conformeis com este
mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que
experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
Também em Gálatas 1:10 nos diz
que Porque persuado eu agora a homens ou a Deus? Ou procuro agradar a homens?
Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo. Portanto,
a Verdade deve ser ensinada e proclamada, a fim de que esta geração de crentes
possa resistir ao relativismo, e estar preparada para responder com mansidão e
convicção a razão de sua fé. E num mundo relativista, ser fiel e santificado a
Deus, conforme exige a Bíblia Sagrada, é um grande desafio para o seguidor de
Cristo.

